Friday, September 12, 2008

Session IV: the amazing whatever

E lá estávamos nós na sala das tumbas, ele era morte por todos os lados e nós sem hipótese alguma de tirar proveito disso (leia-se, abrir os túmulos e tirar tudo menos os ossos).

Ultrapassado o cemitério, lá percebemos que aquela sala nunca mais acabava (ou pelo menos nós ainda não lhe vimos o fim). Entre cogumelos e rolls de survival lá acabámos por dar conta de um caminho à esquerda e de outro à direita (eu diria que isto é aquilo a que chamamos cruzamento, mas o DM diz que não…).

Começámos pelo da direita, ou não fosse daí que vinham os sons estranhos, humanóides e outra coisa que parecia grunhir. Para variar não faltaram os caminhos estreitos e os becos sem saída. Desta vez, e enquanto em filinha pirilau chafurdávamos no meio da merda, encontrámos uma sala recheada de cogumelos mágicos - era tocar e morrer; vários caminhos que só levavam a salas que já tínhamos visto (frustrante); e, finalmente, a sala de onde vinham os tais sons.

Era um espaço amplo, onde nos esperavam dois ‘lizard man’ e mais não sei quantos túneis. O Vincent, atirou-se logo a um, seguido pelo Pimmlur que, como tem as pernas curtas ficou quase, mas quase, a meio metro do segundo bicho. Eu avancei, disparei e, claro, acertei! Mas, com grande pena minha, não matei… anyway, bastariam um bestial crítico com a ‘mace’ do Pimmlur, que ‘só’ arrancou o focinho de um dos animais, e uma rajada de magic missile’s do Thormir para pôr fim ao encontro.

Um banho de sangue depois estávamos nós e um urso na sala. Sim, parece um salto no tempo, mas foi mesmo assim que aconteceu (juro que não andei a dar shots de whiskey!). Tentei convencer o urso que éramos todos amigos, mas ele devia ser gay, já que só deu ouvidos ao Kyoble.

Enfim… a verdade é que até que valeu a pena ter vindo até aqui, mais não fosse porque acabámos por descobrir mais uma saída deste buraco! Uff, já não temos que trepar as escadas da morte nem arriscar novos encontros com os morcegos/melgas/coisas nojentas sugadoras dos infernos.

Adiante… lá voltámos para trás, afinal ainda não estava tudo visto. Ainda faltava o caminho da esquerda (para quem já se perdeu, é favor voltar ao 2º parágrafo). Aqui tínhamos umas escadas que acabavam por levar a uma sala esquisita. Ela era água, pedras escorregadias e uma cascata do demo. Ah, e para lá da cascata dava para ver que havia um caminho. Claro!

Assim sendo, o Thormir lá pede ao morcego pet que vá ver onde é que aquilo vai dar. O pet vai, vai, vai. Até que volta. E não acrescenta nada de novo, ou não fosse o pet do Thormir… enfim… posto isto, comecei a ver se conseguia convencer uma alma caridosa a segurar numa corda, que já tinha atada à cintura. Tinha que ir ver o que é que havia atrás da cascata, ou não me chamasse Elmyria!

Lá consegui convencer o npc da sessão, o Kamiel, a segurar no raio da corda… balance check ultrapassado e lá estava eu a passar a cascata. Desci umas escadas e acabei numa sala com uma piscina natural, forrada a cristais. Ah, e havia duas portas de madeira e não, desta vez não me armei em suicida!

Dei um puxão na corda, fui puxada e contei aos restantes o que tinha visto. Foi um fartar vilanagem, já queriam todos ir ver as portas, aliás, o Kyoble teve tanta pressa que até ganhou asas! Uma loucura.

Quanto ao que está por detrás das portas…

by Elmyria Elrathir

3 comments:

Kyoble said...

Eu sabia que gostavas! Afinal não doeu assim tanto! So custa a primeira vez e até foi bom :P

calipo said...

todos vcs são ursos gay

Anonymous said...

isso foi o que a tua mãe disse